Out_Arquias [HUM853]

Investigación para los límites en arquitectura outarquias@us.es

Ciclo de Cinema “Urbanicidades 2: Movi(e)cidades”. IAU SC U. São Paulo

Ciclo de Cinema Urbanicidades 2: movi(e)dades.

Responsáveis: Manoel Rodrigues Alves (USP) e Carlos Tapia Martin (USe)

Auditório Paulo de Camargo e Almeida do Instituto de Arquitetura e Urbanismo, no Campus 1, localizado na Av. Trabalhador são-carlense, 400.

Dias 16, 17, 23 e 24 de agosto de 2017

LINK: https://cidadevirtualcomocena.blog/atividad-complementaria-ciclo-de-filmes/Porquanto Deus dormiu cada uma das noites da criação, para adiar o seu trabalho ao dia seguinte, fez o sonho divino. Assim é que o percebe Jean-Luc Nancy em ‘Tumba de sonho.’ Há um suspense da palavra criativa nesse sentido que poderia ser entendido como uma conotação notável da Stillstand benjaminiana. No entanto, a dobra do mundo que ocorreria no tempo do sonho de Deus, não sempre tem em seus surrogate humans nem um cariz heroico nem doador de conhecimento. Toda Phantasmagoria tem frente e reverso, tem potencial, mas também contemplar-se no espelho não fornece sempre amplitudes e potencialidades. Em vez disso, fornece espetáculo e pseudorelação. Nesta reflexão, que é o surto de milhares de imagens disponíveis para substituir a palavra, há felicidade implícita, atingível pela satisfação ao ser concebido em um receptáculo autógeno alcançado pelos meios de comunicação (leia-se aqui o American Dream).

Assim o mundo, assim a cidade, na paridade indissolúvel que anunciou o Koolhaas. Com uma tal sociedade, a ficção permite apenas uma cena com um carácter único: o próprio indivíduo. A insatisfação é completa. O conceito realização de wish-fulfillment (Wunscherfüllung na terminologia de Freud em sua Traumdeutung, A Interpretação dos Sonhos) é definida como a satisfação, ou não, de um desejo no processo de um pensamento involuntário emergente em sonhos, devaneios, como sintomas da neurose, alucinações e psicoses.

O espelho da imagem cinematográfica como retórica do alívio, erudição, a perseguição de uma autonomia formal e primado da representação, marca-nos compreender o que somos, precisa e adiantadamente, melhor do que qualquer outra arte para explorar e ver nossos sonhos, os próprios, os compartilhados, na cidade.

Sessão 1. Quarta-Feira 16 agosto 2017: Ocidente. Sonho europeu, sonho americano. Apresentação: 20 minutos. Curta-Metragêns: “Sleep” 8′ e “Empire” 8′ (extractos das 8 horas do cada filme) Andy Warhol. 1964. “Design for Dreaming“. 1956. 9’17”. “Your Name Here“. 1960. 10’09”. “Dreams That Money Can Buy” 1947. 79’39”, Hans Richter. Debate: 45 minutos.

Sessão 2. Quinta-Feira 17 agosto 2017: Arquitetura e onirocrítica. Apresentação: 20 minutos. Filme: “My Winnipeg” Guy Maddin 2007. 80′. Debate: 45 minutos.

Sessão 3. Quarta-Feira 23 agosto 2017: Cidade, plano do fundo. Apresentação: 20 minutos. Filme: “Solaris” S. Soderbergh, 2002, 99′ Debate: 45 minutos (com trechos da versão de A. Tarkosky, 1972)

Sessão 4. Quinta-Feira 24 agosto 2017: Cansaço do Ocidente. A noite em 5 cidades. Apresentação: 20 minutos. Film “Abendland“. Nikolaus Geyrhalter. 90 minutos. 2011. Debate: 60 minutos.

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